Não tinha melhor forma de ser recepcionada, e ser reconhecido...lá estava ele segurando uma bandeira, feita com duas folhas grampeadas em um palito, contando com a ajuda de uma impressora e as cores amarelo, verde e azul.
Ele era exatamente como eu imaginava (ou como as imagens demonstraram), um metro e pouco, cabelo curto e loiro, não loiro água; loiro sujo, dando um contraste com sua pele clara, seis anos de idade e um dente mole.
E ela, elegante, com um sorriso no rosto e um starbucks na mão.
Um abraço, outro abraço e continuo eu a empurrar o carrinho super lotado...nele continha a mudança que estufei em malas e mochilas, sem ter que pagar a absurda taxa de sobrepeso no avião.
Mas não é possível conhecer uma pessoa ou uma cultura em algumas horas, nem menos em uma semana de convivência...mas talvez se deixasse isto para depois estaria tão acostumada aos costumes e jeitos que não saberia o que escrever.
A boa recepção e tratamento se seguiu pelo restante da semana. Em diferentes ocasiões fui obrigada a usar uma frase que espero brevemente deixar de lado, a não tão famosa Jeg forstå ikke Dansk; similar a uma bem utilizada em 1998: I don't speak English.
De qualquer forma, neste país quem não fala inglês provavelmente tem mais de 60 anos, mas existem suas excessões, como percebi ao conhecer uma parte dos avós.
Então me encontrei, dentro desta casa, com minha família loira. Um pai e uma mãe que dividem as tarefas. Todo mundo cozinha ou lava a louça ou leva as crianças na escola. Numa sociedade onde homem e mulher saem cedo para trabalhar, não faz sentido existir uma sobrecarga de trabalho de casa em cima da mulher, e neste país eles parecem entender isso. A este tipo de estilo de vida eu consigo me adaptar muito bem, principalmente quando se conta com o fato que sempre pensei que deveria ser assim.
E com este pensamento de igualdade sexual encontrei na festinha da escola mães e pais, reunidos, vendo o trabalho das crianças e degustando bolos e cupcakes trazidos pelos pais. Tenho que admitir que ouvir músicas na lingua da Groenlândia e ver iglus formados de pedrinhas de açúcares não se comparam ao prazer que senti com os cupcakes de blueberry e cookies de chocolate, enquanto tinha uma agradável conversa com uma simpática mãe.
E assim seguem os Dinamarqueses, pelo menos comigo. Eles são legais! Apesar de não darem banho todos os dias nas crianças, mas quer saber...menos trabalho para mim!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk... gentem! Sem banho todos os dias? Que Vikings!!!
ResponderExcluir:P
haha! Um dia sim, um dia não...mais ou menos isso.
ResponderExcluirmeeew q demais! haha da hr a foto fundo tbmmm! vidao hein
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